quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Jovem fabrica própria namorada... Puts!

O canadense Le Trung criou seu primeiro robô com apenas oito anos de idade. Desde então, aperfeiçoou suas técnicas e conseguiu aos 33 anos criar um robô para ser sua namorada, já que se considera ocupado demais para encontrar uma parceira na vida real.
O robô, batizado de Aiko, tem formas femininas e sensuais, feitas de silicone, aparenta ter vinte e poucos anos e faz tarefas domésticas, além de entreter Le Trung. A namorada eletrônica fala cerca de 13 mil frases em japonês e inglês, reconhece faces, lê em voz alta e dá orientações.
Le Trung, que trabalha como programador de softwares, teve que vender seu carro e ainda usou sua poupança e fez empréstimos para conseguir recursos suficientes para fabricar o robô, que custou cerca de 50 mil reais.

O jovem afirmou que construiu Aiko porque nunca teve tempo de encontrar uma namorada de carne e osso, mas não utiliza o robô para fins sexuais, embora Aiko seja sensível ao toque e responda a estímulos. “Como uma mulher de verdade, ela reage se é tocada de certos modos”, afirma Le Trung. “Se você apertá-la com força, ela tentará te dar um tapa”, explica o criador.
Aiko não precisa dormir ou comer, e pode trabalhar 24 horas por dia. “Ela é a mulher perfeita”, diz Le Trung, que sofreu um infarto, e pensa em, no futuro, utilizar o robô como uma enfermeira, caso precise. Assista abaixo um vídeo de Aiko em ação (em inglês).

Eu já vi muita gente precisando de mulher... Mas esse daí.

\o


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Comissão do Senado aprova projeto da meia-entrada


Acabou a brincadeira!


A Comissão de Educação do Senado aprovou hoje o projeto da senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) que regulamenta a meia-entrada em casas de espetáculo, cinemas, shows artísticos, culturais e esportivos. A regra vale para estudantes e idosos com mais de 60 anos de idade. O projeto restringe a emissão da carteira de estudante apenas para matriculados em ensino regular e impõe uma cota de 40% de meia-entrada por espetáculo. O projeto combate a indústria de carteiras de estudante falsas que proliferou no País desde 2001, quando foi permitida a emissão de carteira por qualquer entidade, sem a necessidade de comprovação do estudante.

O projeto também cria o Conselho Nacional de Fiscalização, Controle e Regulamentação da Meia-Entrada e de Identificação Estudantil, que será vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República. A sessão de votação, na Comissão, foi prestigiada por artistas e produtores. Entre eles estavam Christiane Torloni, Wagner Moura e Beatriz Segall.
Os artistas vinham reclamando do prejuízo nos shows e espetáculos com o derrame das carteiras de estudante falsas, que chegavam a ocupar 80% dos espetáculos, obrigando a elevação do preço do ingresso para os não-estudantes. O projeto segue agora para o plenário do Senado e, se aprovado, seguirá para a Câmara. Caso não ocorra alteração, será encaminhado depois para a sanção presidencial. A expectativa é de que o projeto só entrará em vigor no primeiro semestre de 2009.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Estudante de 73 anos volta às quadras jogando basquete nos EUA

Um universitário de 73 anos fez história nesta semana na cidade de Harriman, nos Estados Unidos. Ken Mink, estudante da Roane State Community College, escreveu uma carta para a comissão técnica pedindo para voltar às quadras e ganhou uma chance do treinador. Na partida contra a equipe B do King’s College, ele fez dois pontos em lances livres na vitória por 93 a 42.





Em 1956, ele defendeu o Les College de Jackson, no Kentucky, mas foi expulso por ter colocado espuma de barbear nos sapatos de seu técnico na época, fato que ele nega até hoje. Durante todo esse tempo manteve a forma jogando nas quadras públicas de Harriman, no Tennessee. Desde agosto deste ano, ele vinha treinando forte para voltar às quadras.

Erro em e-mail vai parar em placa de estrada no País de Gales


Quando as autoridades pediram por e-mail a tradução em galês para uma placa de trânsito, acreditaram que a resposta recebida era tudo o que eles precisavam.Mas a resposta enviada pela administração local de Swansea dizia, em galês: “Não estou no escritório no momento. Por favor, mande qualquer material para ser traduzido”.

E foi esta a mensagem colocada na placa de trânsito, sob os dizeres, em inglês: “proibida a passagem de veículos pesados. Área residencial”.

“Quando eles estão aprovando placas de trânsito, eles realmente deveriam usar alguém que fala galês”, disse o jornalista Dylan Iorwerth, editor de uma revista em galês.

Todas as placas de trânsito são bilingues no País de Gales, apesar de se falar inglês no local. Nos últimos anos, houve revalorização da língua galesa, que agora é estudada nas escolas. Há, inclusive, estações de rádio em galês. As autoridades enviaram os dizeres para o serviço interno de tradução e, com a resposta, continuaram o processo e criaram a enorme placa nas duas línguas.A placa foi colocada e tudo parecia bem até que os transeuntes que falam galês começaram a apontar o erro.A revista em galês Golwg recebeu várias fotografias enviadas por leitores ofendidos.

O editor Iorwerth disse que “temos mostrado uma série dessas fotografias nos últimos meses”.

“Elas têm circulado entre galeses porque, infelizmente, é muito comum que as mensagens não apenas sejam mal traduzidas, mas também sejam colocadas em placas por pessoas que não têm qualquer conhecimento da língua.”

“É bom ver gente tentando traduzir, mas eles realmente deveriam pedir a ajuda de especialistas.”

“Hoje em dia, tudo parece ser escrito antes em inglês e depois traduzido.”

“Numa situação ideal, as mensagens deveriam ser escritas separadamente, nas duas línguas.”

Uma porta-voz da administração local disse que “nossa atenção foi chamada para o erro de tradução em uma placa na esquina da Clase Road com a Pant-y-Blawd Road”.

“Nós retiramos a placa assim que soubemos do erro e uma nova placa, com a tradução correta, será colocada no local tão logo esteja pronta.”

Esse não é o primeiro erro de tradução em placas no País de Gales. Em 2006, uma placa dizendo a ciclistas que eles tinham problemas com “bexiga inflamável” deixou transeuntes confusos em Cardiff e Penarth.

No mesmo ano, uma placa para pedestres em Cardiff dizia “olhe para a direita” em inglês e “olhe para a esquerda” em galês.



BBCBrasil