sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Cigarro faz mal mesmo depois de apagado


O ato de inalar toxinas depois que a fumaça foi extinta é conhecido como fumo de terceira mão
Se você está no grupo que acredita que ficar longe do amigo fumante somente no momento em que ele ascende o cigarro é suficiente para proteger sua saúde é melhor mudar de opinião. Mesmo onde não se vê fumaça, o contato com fumantes pode ser prejudicial à saúde já que fortes evidências indicam que o cheiro do cigarro, já apagado, é tóxico.


Pesquisas mostram que um significativo nível de toxinas permanecem nas superfícies, na poeira ou mesmo no ar, após a fumaça ser extinta. Existem cerca de 250 gases tóxicos presentes na fumaça do cigarro, entre eles: hidrogênio cianide (usado em armas químicas), monóxido de carbono (também no escapamento do carro), butano (fluido para isqueiro), amônia (também usado em produtos de limpeza), tolueno (também no thinner), arsênico (também nos pesticidas), chumbo (também nas tintas de parede), cromo (usado na fabricação do aço), cádmio (também nas baterias e carro), polônio-210 (radioativo). Onze destes 250 gases tóxicos são classificados como compostos carcinogênicos do grupo 1, ou seja, os mais carcinogênicos.

O fumo passivo, ou "fumo de segunda mão", quando a fumaça visível é inalada pelo não fumante, é bastante difundido pelos programas anti-tabagismo. Já em relação ao "fumo de terceira mão", como é chamada a inalação de toxinas da fumaça extinta, o conhecimento da população é bem menor. É o que revela pesquisa divulgada esta semana pelo jornal Pediatrics, nos Estados Unidos. Nesse caso as crianças são as mais susceptíveis já que ficam mais tempo em casa, mexem e colocam mais a boca nas superfícies, e já foi demonstrado que a inalação de poeira por crianças é duas vezes maior que no adulto. Além disso, a pesquisa conseguiu demonstrar que o nível de consciência do risco do "fumo de terceira mão" é maior em lares em que o fumo é proibido.

Piratas somalis anunciam liberação de superpetroleiro


Piratas somalis afirmaram hoje que um superpetroleiro saudita foi liberado, após quase dois meses capturado. De propriedade da gigante estatal Saudi Aramco, o Sirius Star, de 330 metros, foi capturada na costa da África em 15 de novembro. Levava uma carga de 2 milhões de barris de petróleo, no mais ousado ataques dos piratas nos últimos anos.


"Todo nosso pessoal agora deixou o Sirius Star. O navio está livre, a tripulação está livre", afirmou Mohamed Said, um dos líderes do grupo, à agência France Presse. "Houve problemas de último minuto, mas agora tudo está finalizado."
Outro pirata, Sahafi Abdi Aden, também garantiu que o sequestro foi encerrado. Ele disse que não pode entrar em detalhes do "acordo", mas apenas dizer que o navio está livre. Ele ressaltou que ninguém se feriu durante o sequestro.

Os piratas chegaram a pedir US$ 25 milhões pelo Sirius Star, mas as últimas notícias indicavam valores em torno de US$ 3,5 milhões. O valor do resgate pago não foi divulgado. A tripulação do navio tinha 25 pessoas, nascidas na Grã-Bretanha, Croácia, Arábia Saudita, Filipinas e Polônia.

Os piratas operando na costa somali, no Golfo do Áden e no Oceano Índico realizaram mais de 130 ataques em 2008, tornando essas águas as mais perigosas do mundo. As informações são da Dow Jones.

Solução para problemas de postura pode estar nos pés


Por Equipe AE

- O alívio para males posturais pode estar na sola do pé. É nisso que confiam e apostam os profissionais que trabalham com podoposturologia, a reprogramação postural por meio de palmilhas. René Bourdiol, fisioterapeuta francês, foi quem desenvolveu, nos anos 80, princípio segundo o qual as bases da correção postural seriam neurológicas e não somente mecânicas.

A região plantar possui neurosensores que são sensíveis às alterações na pisada e, por conta disso, um mínimo contato com a sola do pé seria capaz de desencadear um estímulo simultâneo no sistema nervoso central. "O tratamento está na reprogramação da postura pelo uso das palmilhas", atesta a fisioterapeuta Andrelina Magalhães, especialista em baropodometria e podoposturologia do Studiu Passu, em São Paulo. (
www.studiupassu.com.br).

Para surtir esse efeito, a palmilha é feita sob prescrição, após avaliação minuciosa do paciente com aparelhos e exame clínico. "A primeira etapa é o plantígrafo, uma espécie de carimbo do pé que checa os pontos de pressão na pisada", diz Andrelina. O podoscópio é o próximo estágio para medir a distribuição das pressões no solado.

A fisiatra Christina May Moran de Brito, do Hospital Sírio-Libanês, explica que a baropodometria é o exame usado para uma avaliação dinâmica da pisada, feita com palmilha com sensores. Segundo ela, o uso das palmilhas serve para compensar assimetrias, que levam a condições dolorosas do sistema osteomioarticular (ossos, músculos e articulação). O organismo tem uma adaptação natural às diferenças de tamanho, especialmente as abaixo de 1 cm. "A palmilha é mais para prevenção de lesão", sugere Christina.

Intuição existe?


Você confia naquela voz interior que às vezes parece seguir por caminhos diferentes aos do bom senso e do pensamento racional? É importante treinar sua capacidade intuitiva e não confundi-la com medos e fantasias.
Você acaba de conhecer uma pessoa e se apaixona, embora nem sequer tenha falado com ela. Um colega de trabalho parece ser simpático, mas você mal o conhece. A reunião de hoje dá a sensação de que terá resultados insuspeitados. Antes mesmo de tirar o telefone do gancho, você tem certeza de saber quem está do outro lado da linha.
Essas situações envolvem palpites, pressentimentos e intuições que todos tivemos em algum momento de nossa vida e nos fizeram sentir que existe outra sabedoria, talvez mais profunda do que aquela que emana da mente consciente.
Mas o que são esses lampejos de compreensão? São fontes de informação confiáveis? De onde eles vêm? Os psicólogos definem a intuição como "a percepção íntima e instantânea de uma idéia ou situação", ou seja, a capacidade de entender uma coisa sem a intervenção do raciocínio e da lógica.
A pessoa que experimenta uma revelação intuitiva sabe alguma coisa, mas é incapaz de explicar como a ficou conhecendo.
Uma pessoa intuitiva não está em contato com o além nem pratica magia, mas tem uma sensibilidade especial para captar os diferentes matizes da realidade: o que não se diz, aquilo que a linguagem corporal expressa, as coincidências entre certas situações, um dado que passa despercebido ou esquecido.
Segundo os especialistas há uma série de chaves para tirar proveito das intuições e alguns hábitos que servem como treino para aprender a escutar essa desconcertante voz interior:
Diferença entre intuição e subjetividade.
Ao contrário do conhecimento intuitivo, o pensamento subjetivo surge como resultado de preconceitos, distorções, autoenganos, fantasias e reações emocionais. Para diferenciá-lo da capacidade intuitiva, convém analisar os pensamentos correntes: se eles lembram demais de uma coisa, alguém ou alguma situação, não é aconselhável deixar-se levar por essa impressão repentina.
Acrescente a razão ao que o coração diz a você.Na vida cotidiana, o ideal é combinar as impressões intuitivas com o raciocínio lógico. Ambos podem se complementar e são úteis para vencer numerosas situações. Em todo caso, para favorecer o conhecimento intuitivo é melhor estar familiarizado com todos os aspectos da situação ou do problema abordado. Freqüentemente o "flash" intuitivo chega quando se deixa de analisar e dar voltas em um assunto que nos preocupa.
Preste atenção ao que chega a sua mente.
Em vez de reprimir intuições de maneira automática, a primeira coisa a fazer é aprender a reconhecê-las. Em vez de desprezar esse relâmpago de lucidez ou deixá-lo passar porque "é uma coisa irracional", procure retê-lo. Além disso, se dê conta que os golpes de intuição não podem ser previstos nem controlados: só podem ser "apanhados no ar".
Treine para adivinhar fatos simples.
Quem está telefonando? Do que o próximo e-mail que eu receber vai tratar? Responda a primeira coisa que vier à cabeça, sem se preocupar se a resposta é sensata.
Aprenda a escutar
Ao longo de cada dia procure prestar atenção ao que surge em seu mundo interior. Leve o tempo que for necessário para relaxar e desligar-se dos estímulos externos, e tente captar as impressões que lhe chegam não só através de seus cinco sentidos, mas também trazidos por aquela voz íntima que diz o que convém fazer a cada instante, o que seu corpo e coração pedem "aqui e agora", fora da agenda do dia.